Mutantes

Falar em MUTANTES é se referir a uma instituição da música brasileira. Um nome que cruzou oceanos e ganhou respeito do exigente mercado estrangeiro. Cativou e cativa gerações de músicos como Kurt Cobain, Beck e Sean Lennon. Ou então, a mídia de outros países, que prestou sua reverência com empolgação.

Os Mutantes lançaram ano passado o CD “Haih… or Amortecedor” nos Estados Unidos e Europa pela gravadora californiana Anti-/Epitaph Records ( que tem entre outros artistas, Nick Cave, Tom Waits, Mavis Staples e Billy Bragg), contendo 13 faixas e com uma excelente repercussão na imprensa internacional, com ótimas criticas em veículos como New York Times, BBC, Mojo Magazine, The Guardian, Life Magazine, Le Monde, entre outras. O lançamento internacional já garantiu à banda duas turnês americanas, uma na Europa, incluindo uma apresentação no icônico festival inglês Glastonbury deste ano, e outra na Austrália. A próxima turnê americana terá início em novembro deste ano, com apresentações em mais de 15 cidades, seguindo-se à ela a turnê na Austrália, em março/2011.

Com participações de Tom Zé e Jorge Ben, a versão americana de “Haih… or Amortecedor” ainda traz o tom psicodélico, influente e político que sempre marcou a carreira dos Mutantes. Além dos veteranos Sérgio Dias ( voz e guitarra) e Dinho Leme ( bateria), a formação atual conta com a voz feminina de Bia Mendes, que substituiu Zélia Duncan a partir de 2008, Fabbio Recco ( vocal, piano), Henrique Peters ( vocal, teclado), Vinicius Junqueira ( baixo) e o multi-instrumentista Vitor Trida ( vocal, violões, flauta transversal, flauta doce, violino e clarinete. Tom Zé compôs com Sérgio as músicas do disco Querida Querida, 2000 e Agarrum, Samba do Fidel, Bagdhad Blues, Teclar e Anagrama, enquanto Jorge Ben compôs e canta em “O Careca”..

A versão nacional do álbum, que será lançado no Brasil pela Coqueiro Verde Records, traz modificações da versão americana.

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