Macaco Bong

Big [Bong] Bang, faro oeste e o Zeus da inquietação

Pára tudo! Se você gosta de música [um tal rock, especialmente] pede pra descer agora!!! Desceu? Então liga o computador ou corre pra loja [antenada] de discos mais próxima. É dedo no gatilho e caso de vida ou sorte mesmo: você acaba de entrar na mira do primeiro CD da melhor banda do [centr]oeste. E se vacilar…

Nem precisa anotar. Não há outra assim. Seu nome é Bong: Macaco Bong. Nada menos que a prova de que muito sol na moleira não faz lá muito bem aos seres humanos mesmo não.

Os habitantes de Hell City que o digam. O codinome roqueiro do que já foi um deserto [de idéias] e entrou pra história como a capital [inclusive de Mato Grosso, mas sobretudo] do visionário Espaço Cubo [leia-se, do que há de mais ousado e bem-sucedido na tecnologia de mobilização e gestão na cena indie&pendente musical hoje], mostra que até em climas adversos [40 graus na sombra em certas épocas do ano...] é possível semear inquietação.

Macaco Bong é fruto de uma nova visão de mundo. Produto da era do descontrole. Da nova [des]ordem digital. Que fez com que, de cinco anos pra cá, Cuiabá já não seja mais a mesma. E se alguém resistia à idéia, melhor entregar-se ao xerife [ou ao manicômio...] de vez.

Ok, ok. Eu prometo que ajudo a decifrar. Por partes então, como diria Jack, o remixador. Macaco Bong:

Compartilhar