Estrangeiros que vieram ao SWU 2011 elogiam organização e shows do festival

A paraguaia Natalia Aguilar junto com amigos

Ver sua banda favorita, viver a experiência de um festival e, de quebra, conhecer outro País. São esses os motivos que fizeram com que alguns estrangeiros viessem parar aqui no Brasil no início de novembro, para o SWU Music & Arts Festival 2011.

A inglesa Courtlen Beckett estava dando uma voltinha pela América do Sul e quando soube do SWU veio para o Brasil. Ela, que já foi a alguns festivais pelo mundo, como Coachella e South by Southwest (SXSW), elogiou a organização e disse que se divertiu bastante no seu primeiro festival brasileiro. “Eu adoraria poder voltar no próximo ano”, cravou.

Hermanos no SWU

Nem os dois joelhos machucados impediram o estudante argentino Esteban Newton, 25 anos, de ver o Faith no More no SWU. “Decidi ir ao festival para assistir, pela primeira vez, ao show da minha banda favorita e porque apoio a ideia de sustentabilidade e consciência”, disse. Ele só lamenta não poder ter conhecido todas as áreas do SWU por conta da dificuldade de andar. Apesar da dor, Esteban garante que tudo valeu a pena. “Quero voltar o ano que vem. Os lineups de 2010 e 2011 foram ótimos. Imagina em 2012!.”

A paraguaia e fotógrafa freelance Natalia Aguilar veio ao SWU 2011 para registrar os melhores momentos do festival. “Achei tudo muito organizado e parabenizo a tenda de comida vegan. Como vegetariana, para mim foi muito importante ver o que o festival teve essa preocupação”, disse. A estrangeira ainda se encantou com as bandas brasucas. “Gostei muito, principalmente, do Ultraje a Rigor”. Já para o colombiano Andrés Duarte, nada foi melhor que o último show do Sonic Youth, banda que confirmou recesso nesta semana. “Na hora que a Kim Gordon começou a cantar, fiquei em transe!”

(Caroll Almeida)

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